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Memória é uma cidade em ruínas. Seu nome é uma homenagem a deusa Mnemosine. As paisagens e ruínas lembram muito às da antiga civilização grega do nosso mundo. Segundo Leiftan, Eldarya pode ter absorvido os monumentos no momento da sua criação ou elas podem ter sido roubadas pelos antigos ancestrais faeries (assim como roubaram a Torre de Babel, Atlântida e a Biblioteca de Alexandria). [1]

HabitantesEditar

Nota: Os seguinte artigo ou seção contém revelações sobre o enredo, leia por sua própria conta e risco.
A citadela parece inabitada, sendo o local perfeito para Marie-Anne realizar seus experimentos sádicos sem ser interrompida.

No Episódio 24, descobrimos que a alma de Fáfnir e de outros dragões permanecem em Memória, em um local secreto.

CenáriosEditar

Ruínas de MemóriaEditar

Em meio a paisagem natural, restam ruínas de uma antiga civilização. Destaca-se uma estátua grega, da qual jorra água, castigada pelo tempo. Segundo Nevra, a estátua é uma homenagem a deusa Mnemosine e Zeus, seu amante.

Atrás da placa que revela a lenda da cidade, há a seguinte mensagem: "Aos pés do que indica com orgulho/De um brilho fulminante que se apaga/O caminho de seu lar/Se encontra a primeira lápide esquecida." [2]

Coração da AcademiaEditar

Nota: Os seguinte artigo ou seção contém revelações sobre o enredo, leia por sua própria conta e risco.
Passando um hall com cheiro de mofo, é possível visualizar uma imensa academia em ruínas. As rachaduras na parede e colunas sugerem que é uma área propensa a terremotos, tanto que a maior parte das galerias desabou. Pressionando uma pedra falsa no chão desvenda-se uma passagem secreta através de uma parede que nos leva a um certo esconderijo.

No friso, é possível ler a seguinte inscrição: "Nas terras dos eruditos, os dragões repousam/De seus sonhos celestes, ela é a guardiã/Ó tu que buscas o saber e outras maravilhas/Aos pés da deusa, este conhecimento será teu." [2]

Antigo ÁgoraEditar

Uma praça central onde os personagens montam acampamento no Episódio 22.

Penhasco EsquecidoEditar

Próximo ao penhasco há um antigo templo que a Guardiã imagina ter sido em homenagem a Zeus. Olhando para baixo do penhasco é possível ver os destroços de uma estátua, quase cobertos pelo mar.

Havia uma inscrição em uma placa que acompanhava a estátua que caíra. Colaïa resgatou a placa no fundo do mar, na qual é possível ler a seguinte mensagem: "Na planície das nove irmãs/Onde Zeus e Mnemosine se deram seus corações/O caminho outrora tomado/Na trilha das estrelas saberá guiá-la." [2]

Sala dos DragõesEditar

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Segundo a Guardiã, os olhares das estátuas são quase vivos. Apenas os filhos do Oráculo e a eleita podem entrar nessa sala.

Domínio de DeméterEditar

Um local muito distante da superfície, mas ainda dentro da morada dos dragões. As colunas da caverna são visíveis, porém, não se pode ver o teto. Ao invés disso, vê-se um céu colorido sobre as verdes planícies repletas de vida. Draflayels vivem no lugar.

Domínio de HefestoEditar

Localizado na caverna abaixo do dragão com olhos de rubi da Sala dos Dragões, esta sala é inteiramente feita de pedra e lava, inclusive a flora e a fauna. O ar é extremamente quente. Diversas estátuas de dragões parecem se mover sob o efeito dos vapores de magma. Os dragões nascidos sob o signo de Hefesto, isto é, sob o signo das chamas, se recolhiam neste domínio.

MapaEditar

Em breve.

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

NavegaçãoEditar

Universo de Eldarya e Mecanismos do Jogo
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