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Eldarya é o mundo das fadas (ou faeries), lugar para o qual todos seres místicos e míticos procuraram refúgio. Sua criação, assim como sua história, não foram prioridades para documentação, devido a forte tradição oral dos povos refugiados e ao caos que os antepassados passaram com a desorganização para efetuar esse tipo de registro[1].

A preocupação com os registros da história eldaryana surgiu apenas nesse século e, segundo Keroshane, as pessoas que se responsabilizaram por essa tarefa demoraram um tempo para conseguir desenvolver sistemas eficazes de arquivamento[1].

O Grande Exílio[]

Antes da criação de Eldarya, os faeries e humanos residiam na Terra de forma comum. No entanto, com os eventos que coincidem com a Baixa Idade Média, a desconfiança e medo desestabilizaram a relação entre faeries e humanos. As Cruzadas Terrenas, um dos eventos mencionados ao longo da história faery, foram o estopim para a criação deste mundo. Os humanos, ao caçarem e matarem seres mágicos, provocando sua dizimação, os levaram à fuga para Eldarya[2].

Esse Grande Exílio começou aproximadamente um século após a morte de Joana D'Arc, uma das figuras históricas compartilhas entre a história terrena e a história faery. Joana era uma faeliana com sangue arcadiano[2], raça com poderes de clarividência, e foi queimada viva, perante o tribunal da Santa Inquisição, pelas acusações de bruxaria, heresia e possessão demoníaca.

O Sacrifício Azul[]

Com os humanos se rebelando contra as criaturas mágicas, o conselho das Três Grandes Raças se reuniu para discutir qual medida poderia ser tomada para que todos pudessem voltar a viver em paz, sem mais mortes. Em meio as discussões, Huang Yuè Qiú, emissária dos Fenghuangs, propôs uma forma de criar um novo mundo, paralelo à Terra, onde todos poderiam estar a salvo: um sacrifício[3].

A emissária foi questionada pelo Aengel, Dagon, por que apenas os dragões e os aengels seriam sacrificados, sendo que o sacrifício deveria ser feito pelas três raças mais poderosas do mundo. Mesmo que os Fenghuangs estivessem dispostos a se sacrificarem, a dimensão deste sacrifício necessitava energia demais, energia que apenas os aengels e os dragões teriam para fornecer[3] .

Com a resposta, Dagon propõe enfrentar os humanos. Os dragões, que haviam jurado proteger os humanos e nunca subjugá-los[3], negaram fazer mal algum aos humanos, permanecendo em seu juramento de protegê-los e proteger os faeries. Ao Lilith, irmã de Dagon, manifestar-se contra a ideia de enfretamento, tornou em evidência a divisão de opiniões entre os aengels. Os Fenghuangs, no entanto, permaneceram afastados da discussão, sabendo que não poderiam influenciar na opinião dos dois povos afetados, demonstraram apoio a qualquer decisão que pudesse ser tomada na Sala.

Após alguns dias, os dragões aceitaram o sacrifício por unanimidade, junto com os partidários de Lilith, uma parcela dos aengels. A outra, partidários de Dagon, decidiu caçar e matar todos os partidários de sua irmã, iniciando o genocídio da própria raça a fim de impedir sua total extinção. Com essa traição, os Aengels se tornaram Daemons, corrompidos aos olhos do mundo e "vítimas" de falsos rumores propagados por Dagon[3]. Esses rumores se viraram contra o aengel, que foi caçado, assim como seus partidários[2]. Sua traição provocou a instabilidade do Novo Mundo, trazendo dificuldades como a infertilidade das terras, a inconstância dos portais, a corrupção dos fragmentos do Cristal e outros[2].

No dia do Sacrifício Azul, além da presença dos faeries, humanos também estiveram em Memória para agradecer e fornecer seu apoio, guardando-o na lembrança para preservar o equilíbrio entre os dois mundos[3].

As Três Grandes Raças[]

A Grande Aliança era, antigamente, formada por Dragões, Aengels e Fenghuangs que, entre todas as outras raças, eram as mais poderosas.

Dragões[]

Esses seres sagrados são a raça mais antiga do mundo. Os dragões são símbolo de sabedoria e representam a força do mundo de Eldarya. Antes de sua criação, os humanos consideravam os dragões como símbolo de pureza[4]. Ao sacrificarem-se para dar origem a Eldarya[2], sua raça foi extinguida.

Fenghuangs[]

Os únicos sobreviventes dessa antiga aliança, os Fenghuans são símbolo de sabedoria. São seres semelhantes à Fênix e os vemos pela primeira vez durante o Episódio 11 (The Origins), quando os emissários Huang Hua e Feng Zifu visitam a Cidade de Eel. Essa é a única raça da tríade que restou.

Entre as três grandes raças, essa é considerada a mais fraca e, por isso, não puderam participar do Sacrifício. Segundo Ykhar, eles não são nada comparados às outras duas e, portanto, seu sacrifício seria "como uma gota no oceano”[2].

Aengels[]

São as criaturas mágicas mais poderosas de Eldarya e, por isso, são o símbolo de poder. Reconhecidos por sua grande eloquência, dificilmente estão sozinhos em qualquer empreitada[5]. Suas auras são tão específicas que torna-se impossível percebê-las e, apoiados à antiga magia, utilizam encantamentos capazes de mascarar suas assinaturas energéticas.

Antes do Sacrifício Azul, os Aengels representavam a pureza, a retidão[4]. Ao recusarem, traíram os faeries e se corromperam. Suas asas, que eram brancas cor-de-alabastro, tornaram-se negras, denunciando o definhamento de suas almas[4]. Pela traição, esses seres foram caçados pelos demais, sendo, também, extintos[2].

O Oráculo[]

O Sacrifício Azul deu origem não apenas ao mundo de Eldarya, mas também ao Grande Cristal e, consequentemente, ao Oráculo.

Essa entidade é o espírito do Cristal, formado pela amálgama das almas que se sacrificaram para criar o mundo dos faeries, ou seja, é sua personificação[6], representada por uma mulher de pele escamosa, com dois chifres, asas e um rabo.

Sacrifício Branco[]

Nota: Os seguinte artigo ou seção contém revelações sobre o enredo, leia por sua própria conta e risco.

Ao perceber que o Cristal estava completamente destruído e apenas uma parte ainda brilhava, mas de maneira fraca, Erika se recorda de sua última visão, aquela que a alertava sobre o que iria acontecer - e aconteceu. O Oráculo se manifestou uma última vez, de forma a encorajar a aengel a fazer exatamente o que ela sabia que deveria fazer: unir sua alma ao Cristal para reparar o erro de seus antepassados[7].

Erika e Leiftan se aproximam da parte restante do Cristal e encostam suas mãos nesse pedaço. Ao fazerem esse movimento, a grande pedra soltou uma luz azul e a terra parou de tremer. Os dois foram transportados para um lugar silencioso e branco, deixando suas formas carnais para trás e tornando-se parte do Cristal, que, com esse sacrifício, revitalizou-se[7].

O ato dos últimos Aengels ficou conhecido como "Sacrifício Branco".

Após sua união, o mundo de Eldarya retomou o reequilíbrio, os ciclos do dia e da noite voltaram ao normal e as frutas e legumes que eram cultivados nas terras tornaram-se nutritivos[8][9].

Outras informações[]

  • No processo de criação de Eldarya, muitos monumentos terrenos foram absorvidos pelo novo mundo, monumentos como a Biblioteca de Alexandria, a Torre de Babel e a cidade de Atlântida[10].
  • Joana D’Arc seria uma humana com sangue de “Arcadienne”, raça que possui o dom da clarividência. Segundo alguns historiadores de nosso mundo, ela teria afirmado se comunicar com Deus[2].
  • Nevra conta que Edward Aloysius Murphy (criador da lei de Murphy) também era um faeliano (metade leprechaun)[11].
  • Os faeries deram origem a várias bebidas dos tempos antigos que eles souberam adaptar quando chegaram a Eldarya. Erika conclui que seus conhecimentos em culinária não são nulos, como pensava, mas sim medievais. [12]
  • Aparentemente, o calendário de Eldarya é diferente do nosso, já que a descrição do O'oluray diz que a revista Mascote'mag está a venda toda sexta quarta-feira do mês, e o máximo de quartas-feiras que um mês nosso tem são cinco.

Referências[]

Navegação[]

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